Doctor Who | 10×04 – Knock Knock

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Mais um dia, mais um episódio de Doctor Who que tinha um enorme potencial para ser bom, se perde nos clichés… mas se salva no final. Eu realmente tinha quase desistido desse episódio, quando, na reta final, ele conseguiu surpreender.

FOI O PRIMEIRO EPISÓDIO EM… TEMPORADAS… QUE EU ASSISTI PICADO… O QUE COSTUMA ACONTECER COM FILMES RUINS…

Bill (Pearl Mackie) e cinco “amigos” (na verdade, ela só conhece uma das meninas) decidem dividir uma casa e, depois de muito procurarem, são abordados por um cara esquisitão, que oferece uma mansão a preço de banana. O Doutor (Peter Capaldi) vai ajudar na mudança e percebe que há algo de errado na casa. Talvez seja o fato dela ter vontade própria e estar devorando as pessoas… ou pode ser só coincidência também.

Como dito anteriormente, “Knock Knock” tem uma premissa interessante, típica de filme de terror: o velho esquisitão misterioso, os adolescentes que vão morrer, a casa aparentemente amaldiçoada… esses clichés, quando bem utilizados, são divertidos. Porém, ao invés de utilizar sabiamente esses clichés, o episódio se afunda nele. Todo o desenvolvimento da Bill, no último episódio, é jogado pela janela. O Doutor percebe que há algo de errado na casa e ela, ao invés de ouvir os conselhos de um cara que tem 2000 anos e viaja pelo tempo e espaço, ignora-o e manda-o embora.

“…e é aqui que eu mato vocês, ok?”

Sinceramente, esse episódio parecia feito de improviso. Tipo, eles foram fazendo a história conforme gravavam, porque nada fez sentido! O velho aparece, oferece a casa e eles assinam o contrato. Ele some e reaparece pela casa, como se fosse um fantasma preso à casa, pois não sabe nada sobre o que ocorre fora dela (como, por exemplo, quem é a Primeira Ministra da Inglaterra). Ele fala que as pessoas precisam pagar o preço, exceto ele. A casa parece ter vida própria. De repente, você descobre que são uns insetos que o Doutor chama de Dríades (e os outros chamam de “Piolhos”). Espera, os insetos estão teleportando o cara pela casa? Os insetos entram e saem pela madeira, ok. Mas modificar a composição, transformando portas em paredes? Ok, vai, eu aceito. Aí, o Doutor descobre que a cada 20 anos, o velho atrai 6 jovens e os “sacrifica” pela casa. 20 anos? Então, o Doutor e Bill encontram a “filha” do “fantasma”, que é o motivo dele estar “sacrificando” pessoas.

Ok, vamos revisar: como ele se move pela casa? Os insetos o levam pela parede? Ok, aceitável. Mas por que ele não sabe quem é a Primeira Ministra da Inglaterra? Se ele só atrai pessoas para a casa a cada 20 anos… o que ele faz nos outros 7.284 dias do ano? Por que ele fala como se estivesse punindo as pessoas, quando ele está tentando salvar a filha? Como os insetos são tão ferradões assim e… nunca saíram da casa? O que ele fazem nesses  7.284 dias?!

“Acredite em mim: eu posso salvar este episódio ruim!”

Quando tudo parece perdido, o twist no final salva o episódio da mediocridade. E, falando em final… o mistério do que está no cofre se aprofunda. Eu acho que é a Missy. Ou o Mestre. O fato é que é alguém com quem o Doutor se importa, então… mais mistérios!

Achei que não falaria nada desse episódio, quem diria. Então, minha fanfic  de Doctor Who ficará para a semana que vem. Sim, fanfic! E sim, envolve a Clara. Então, até a próxima fanfic semana… KEEP ON ROCKIN’, DOCTOR!

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Quem escreveu isso?

, a identidade secreta do Captain Man, é o último sobrevivente de um planeta moribundo. Foi exposto a Raios Cômicos e mordido por uma marmota radioativa. Treinou por anos com os maiores mestres de artes marciais e tem cinco doutorados (mas nunca terminou a faculdade). Agora, dedica sua vida a criticar tudo, como todo velho ranzinza.